Posturas inadequadas e movimentações monótonas: conheça os principais fatores de risco por trás da Lesão por Esforço Repetitivo (LER)

Toda e qualquer atividade que exige a prática de exercícios manuais em repetição pode ser capaz de desencadear a LER (que, em linhas gerais, nada mais é do que a sigla referente à Lesão por Esforço Repetitivo). Antes mesmo de destacarmos as demais características da doença, é necessário salientar que, nos últimos anos, a LER tem conquistado cada vez mais espaço na rotina das pessoas que justamente trabalham em atividades que demandam por uma maciça repetição de movimentos.

É o que acontece, por exemplo, com os digitadores, com as costureiras e, como não poderia deixar de ser, com os músicos e caminhoneiros. Já no que diz respeito aos fatores de risco que existem por trás do desencadeamento da doença, os principais deles podem ser conferidos na lista a seguir:

  • Tracionamentos;
  • Movimentos repetitivos;
  • Postura incorreta;
  • Içamentos de pesos.

A gravidade da doença

Quando diagnosticada de maneira tardia, a Lesão por Esforço Repetitivo pode se apresentar como um problema de graves tratamentos e consequências ao organismo humano. Isto é, por mais que muitos pacientes nem imaginem que o problema está alojado em seu organismo, é no momento final do diagnóstico que invariavelmente a doença se apresenta como grave.

Ou seja, trata-se de uma lesão que invade o organismo de maneira gradual e, quando o paciente percebe, normalmente uma grande região de seu corpo muito já terá sido afetada.

Prevenção da LER

Por mais que diversas condutas podem vir a ser tomadas pelos pacientes que sofrem com os sintomas da LER, é a adequação do físico com a atividade realizada rotineiramente que precisa se responsabilizar pela não-instalação da doença. Dessa forma, todos os profissionais que realizam funções repetitivas precisam, por obrigação, se submeter a exames clínicos de rotina.

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