A cada dez mulheres que têm entre 30 e 60 anos, oito delas sofrem com a fibromialgia

Termo popular na área médica, fibromialgia nada mais é do que o nome dado às dores generalizadas sentidas nas regiões dos músculos, das articulações, dos tendões e de outros tecidos moles de similar configuração físico-química.

Além disso, o problema também pode ser classificado como um mal que perdura por um relevante volume de tempo, fazendo com que as queixas por parte dos pacientes não venha a ser pautada em qualquer espécie de prazo de validade (já que as intensidades e os períodos os quais o mal se sustenta varia de caso para caso).

Já no que diz respeito ao gênero no qual a doença se faz mais presente, são as pessoas que integram o sexo feminino que, neste contexto, se destacam com um maior protagonismo – se bem que com um foco negativo, é bem verdade.

A respeito delas, a estimativa natural proposta pelos profissionais da área médica aponta que, em cada dez mulheres que possuem entre 30 e 60 anos (e embora o problema também possa vir a afetar pessoas com mais e menos idade do que as presentes neste intervalo), cerca de oito delas sofreram, sofrem ou sofrerão com a fibromialgia.

A fibromialgia causa dor, mas o que mais?

Além das dores generalizadas que são características nuas e cruas da fibromialgia em si, o problema também pode ser acompanhado de outros sintomas. Confira:

  • Fadiga;
  • Dores de cabeça;
  • Sintomas de depressão;
  • Ansiedade;

Além do gênero e da idade, a fibromialgia também pode ser pautada em outros fatores de risco

Assim como acontece com qualquer outra doença baseada nas dores generalizadas dispersas pelo corpo, a fibromialgia também possui alguns fatores de risco. Para darmos números finais a este artigo, confira, portanto, quais são os dois principais deles:

  • Histórico familiar;
  • Transtornos ligados ao lúpus ou à artrite reumatoide.
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