No Brasil, uma mulher é vítima de estupro a cada aproximadamente nove minutos

Que a violência contra a mulher configura um dos crimes mais recorrentes no Brasil atual, muitas pessoas já sabem. O que poucas delas imaginam, no entanto, é que o problema pode ser ainda mais alarmante – e preocupante, de fato – quando alguns dados são escancarados. Conheça alguns deles:

  • Uma mulher é vítima de estupro a cada nove minutos;
  • Três mulheres são vítimas de feminicídio a cada um dia;
  • Uma pessoa transexual é assassinada a cada dois dias;
  • Uma mulher registra queixa de agressão sob a Lei da Maria da Penha a cada dois minutos.

Embasados, vale lembrar que estes dados encontram-se registrados nesta central de informações e podem ser acessados por qualquer pessoa e a qualquer momento.

O que a violência contra a mulher tem a ver com a área médica?

Caso você esteja se autoquestionando a respeito deste assunto, saiba que, de plano, violência contra a mulher e medicina têm tudo a ver. O que sustenta esta condição diz respeito ao fato de que não somente as mulheres têm de ir a um hospital especializado assim que sofrem algum tipo de agressão (principalmente física e/ou psicológica), mas que também precisam encontrar no ambiente um espaço acolhedor e de abrigo técnico/psicológico.

Em termos de exemplos, ainda cabe ressaltar que, na prática, as principais queixas de agressão contra a mulher incluem os seguintes danos:

  • Pancadas na região da cabeça;
  • Escoriações pelo corpo;
  • Ralados na região das pernas;
  • Batidas na área da cabeça.

A denúncia é fundamental!

Se porventura estiver sofrendo com as agressões domésticas, você não pode esperar mais para lançar mão de uma denúncia contra o agressor independentemente da relação afetiva que você tenha para com ele. Ao fazer isso, saiba que não somente você, mas também a sociedade e as classes médicas e jurídicas serão eternamente gratas!

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