Neoplasia da mama: entenda quais são as diferenças que existem entre a benigna e a maligna

Ao contrário do que muitos pacientes acreditam, nem toda neoplasia da mama é considerada maligna e apta a desenvolver o câncer de mama no organismo da mulher. De modo a sustentar tal tese, cabe ressaltarmos em primeiro plano que, por definição, neoplasia da mama nada mais é do que uma proliferação autônoma, anormal e invariavelmente descontrolada de um determinado tecido do corpo feminino.

No que diz respeito às ocorrências de percepção desse tipo de problema, a neoplasia mamária pode ser descrita enquanto uma alteração celular que faz com que uma determinada célula do organismo comece a se multiplicar de maneira completamente desenfreada.

Neoplasia mamária benigna x neoplasia mamária maligna

Ao indicar “negativo para neoplasia”, o exame de Papanicolau pode, por exemplo, confirmar a ausência de células cancerígenas no organismo da mulher adulta. A partir disso, algumas características também se apresentam como chaves para distinguir uma neoplasia mamária e outra. Confira:

Neoplasia maligna:

  • As células se multiplicam de maneira ágil e, pior, podem vir a se infiltrar em estruturas próximas ao tumor em si;
  • O risco de metástase é recorrente e pode ser responsável por causar transtornos não somente na região das mamas, mas também em outras partes do corpo da mulher;
  • Para que a cura seja alcançada em plenitude, é essencial que o diagnóstico da doença se apresente como precoce.

Neoplasia benigna:

  • Na neoplasia benigna, as células crescem de maneira lenta e se assemelham e muito às que marcam presença no tecido normal;
  • A partir do momento em que a neoplasia é detectada, a paciente pode se tranquilizar com relação ao risco de metástase, pois, nesse caso, ele é nulo;
  • Para que a neoplasia seja completamente removida, uma simples cirurgia pode ser o bastante.

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