Saiba quais são os benefícios e os malefícios dos anticoncepcionais

Mais do que simplesmente úteis na prevenção das chamadas gravidezes indesejadas, as pílulas anticoncepcionais também carregam benefícios e malefícios por trás de suas utilizações. Para conhecer dois exemplos de cada um deles, basta conferir os tópicos abaixo. Aperte os cintos e vamos nessa:

Enquanto um método contra a gravidez, os anticoncepcionais possuem uma eficácia que bate a casa dos 98%

É convencionalmente impossível tratar a respeito dos benefícios das pílulas anticoncepcionais sem que, em contrapartida, possamos repetir o mesmo procedimento com relação a sua eficácia contra a gravidez. Ao bater a casa dos 98%, a eficiência do medicamento se atrela diretamente ao bloqueio total, absoluto e interruptivo da ovulação, fazendo com que o período fértil da mulher praticamente inexista ao longo de seus meses.

Não bastasse, são também as pílulas anticoncepcionais que impedem que os espermatozoides cheguem às trompas, que é o cenário em que a fecundação normalmente se dá.

Ameniza a sensação de cólicas, combate a TPM e, de quebra, ainda promove melhorias na pele

Diminuir as cólicas, as sensações de TPM (tensão pré-menstrual) e ainda lançar mão de algumas melhorias ligadas à pele representa o segundo combo de benefícios que somente pode existir por trás da ingestão regular dos anticoncepcionais. Aliás, é justamente por conta de tal informação que o medicamento se faz tão indicado (desde que por um ginecologista, é claro) às adolescentes e jovens que sofrem ou com problemas de pele, ou com TPM em excesso.

Retenção de líquidos, aumento do risco do desenvolvimento de doenças tromboembólicas e aumento de celulites

Também sob o sistema de “2 em 1”, não há como deixarmos de tratar dos malefícios que, via de regra, também podem estar atrelados ao uso dos anticoncepcionais. Neste caso, os principais deles se associam ao fato de que o medicamento pode contribuir para a retenção de líquidos (e, consequentemente, para o aumento de celulites) e, pior, ainda podem colaborar para um maior e mais recorrente desenvolvimento das chamadas “tromboses”.

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